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Logística no Brasil: desafios em 2025 a serem superados

Imagem de uma estação de rem futurista refletindo uma logística que queremos para o Brasil.

17 min de leitura

Jean Silas Prates Gonçalves¹

A logística como motor da grandeza brasileira.

A logística eficiente é a força vital que impulsiona a economia de qualquer nação. Além disso, no Brasil, com sua vasta extensão territorial e recursos naturais abundantes, essa eficiência é ainda mais crucial para nossa ascensão como futura potência global. Dessa forma, um sistema logístico robusto, que conecta cada canto da nossa pátria, é essencial para que o país reduza custos, agilize a distribuição de nossas riquezas e fortaleça nossa competitividade no cenário internacional.

Para isso, o Brasil ainda terá um longo caminho a percorrer para se tornar uma referência mundial em logística. Assim, o país precisará investir em uma infraestrutura de ponta, fomentar a inovação genuinamente brasileira e promover a integração inteligente entre todos os modais de transporte.

Um olhar para o passado, de olho no futuro: A trajetória logística do Brasil

1. Das primeiras navegações à integração marítima da nação.

Desde os tempos coloniais, a logística brasileira enfrentou seus desafios. O transporte marítimo e fluvial foram os pilares iniciais, com nossos portos atuando como artérias vitais entre as diversas regiões. A construção naval, iniciada em 1531, na cidade do Rio de Janeiro², consolidou-se apenas no século XVII. Dirigida por Sebastião Lamberto, a fábrica de fragatas serviu como base para a integração do nosso território.

2. A era do ferro: trilhos de progresso e a conexão do Brasil.

O século XIX testemunhou o avanço das ferrovias. Um marco impulsionado pela necessidade de levar, especialmente o café, para todos os cantos. A primeira locomotiva a vapor foi inaugurada em 30 de abril de 1854³. Com a distância de 14,5 km, a estação de Fragoso, que hoje é um bairro de Magé (RJ), ligava o bairro até o porto de Mauá, conhecido hoje como píer Mauá. Desde então, a malha ferroviária se expandiu, conectando regiões e impulsionando o desenvolvimento até meados do século XX.

3. O asfalto que une: a supremacia rodoviária e a busca por novos horizontes.

A partir da década de 1960, o transporte rodoviário ganhou protagonismo no país. O impulsionamento dado à indústria automobilística nacional, proporcionado pelo governo de Juscelino Kubitschek, deu-se pela necessidade de integração via terrestre. Hoje, aproximadamente 65% das mercadorias brasileiras seguem pelas estradas[4]. Entretanto, a ausência de uma logística intermodal eficiente limita a capacidade de escoamento das cargas e aumenta a dependência de um único modal, agravando os nossos problemas logísticos.

4. Nossas águas e céus: o potencial inexplorado e a ascensão aérea.

Abençoado por uma vasta rede hidrográfica, o Brasil ainda não explora todo o potencial do transporte aquaviário[5], que hoje representa 13,6% da nossa matriz de transportes, mas a nossa visão é de um futuro em que rios e oceanos sejam corredores de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, o transporte aéreo demonstra a nossa capacidade de inovar e conectar o país de forma rápida e eficiente. Em 2024, o setor aéreo movimentou 1,2 milhão de toneladas, um crescimento de 10,2% que aponta para um futuro promissor.

O panorama da logística do Brasil

Nossas forças: alicerces à liderança.

O Brasil se destaca por sua localização geográfica estratégica, a proximidade com as principais rotas comerciais globais [6] e uma rede de portos e aeroportos que são verdadeiros portais para o mundo, como o Porto de Santos, o principal porto do país e da América Latina, além dos terminais que estão se modernizando por meio de programa de concessões federais. De acordo com o Ministério da Infraestrutura[7], de 2018 até o ano de 2022, foram 49 leiloados nos últimos quatro anos, assegurando R$21 bilhões junto à iniciativa privada.

Ao entregar setores estratégicos do país nas mãos de empresas privadas — muitas vezes estrangeiras — o Brasil abre mão de sua soberania econômica e do controle sobre infraestruturas essenciais ao desenvolvimento nacional. Em vez de fortalecer as nossas empresas e investir em tecnologia e na gestão nacional, o país se torna refém de interesses privados que nem sempre priorizam o bem-estar coletivo ou os interesses do povo brasileiro. Iniciativas de integração intermodal e a criação de corredores logísticos demonstram o nosso compromisso em otimizar o fluxo de cargas e reduzir[8] custos, tornando o Brasil cada vez mais competitivo.

Nossos desafios: obstáculos a serem transpostos com determinação

Infelizmente é necessário reconhecer que há uma excessiva dependência do transporte rodoviário[9], o que exige uma atenção especial. Em outras palavras, a infraestrutura ferroviária e hidroviária[10], embora possua grande potencial, ainda precisa de mais investimentos, e a integração plena entre os modais é um objetivo que se deve planejar, não apenas para as demandas atuais, mas principalmente pensar em futuras expansões que o Brasil possa passar. Além disso, a burocracia, os custos elevados e as deficiências em alguns de nossos portos são desafios[11] que enfrentamos com planejamento estratégico e ações concretas.

Nossos investimentos: plantando as sementes de um futuro logístico brilhante

Nos últimos anos, infelizmente, o Brasil tem apostado na entrega de seu patrimônio estratégico ao capital privado, sob o pretexto de modernizar a infraestrutura logística. Além disso, a concessão de rodovias, ferrovias e aeroportos não representa um compromisso com o desenvolvimento nacional, mas sim a renúncia à soberania sobre setores vitais da nossa economia. Na prática, o Programa de Parcerias de Investimentos[12] (PPI), que o governo apresenta como solução, é, na verdade, um mecanismo de desestatização que enfraquece a presença do Estado em áreas essenciais. Por isso, o governo deveria direcionar iniciativas como o BR-Legal 2 (programa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) que visa melhorar a segurança nas rodovias federais do Brasil) e os vultosos investimentos que anunciou em 2023 ao fortalecimento da capacidade pública e nacional, em vez de usá-los como vitrine para transferir bens públicos ao setor privado.

Dessa forma, precisamos acreditar na força da engenharia brasileira, no talento do nosso povo e em uma Logística 4.0, tendo como pilares: Internet das Coisas (IoT), Big Data, Inteligência Artificial (IA), automação e computação em nuvem, que mãos brasileiras pensem e executem, para o desenvolvimento e a integração nacional.

Comparando a logística brasileira com o mund0

Brasil lidera na América Latina

O Brasil deve se orgulhar de liderar[13] o mercado logístico da América Latina. De acordo com as projeções da Allied Market Research[14], empresa que fornece serviços de consultoria empresarial e pesquisa de mercado, a estimativa até 2027 é de investimentos de até US$ 784 bilhões — aproximadamente R$ 4,5 bilhões, em conversão direta[15], tendo o Brasil e o México como os principais beneficiados pelos valores investidos.

Lições dos países desenvolvidos

Em vez de seguir o caminho da concessão irrestrita e da dependência de capital estrangeiro, o Brasil deveria se espelhar nas grandes potências mundiais que trataram a logística como questão de soberania e desenvolvimento nacional. Países como os Estados Unidos, Alemanha e China[16] alcançaram alto nível de integração modal não ao entregar suas infraestruturas ao mercado, mas ao investir diretamente e planejar estrategicamente.

Primeiramente, os Estados Unidos construíram uma das maiores malhas de transporte do mundo com forte participação estatal, como no caso do Sistema Interestadual de Rodovias[17] e do apoio à malha ferroviária no século XX. Além disso, a Alemanha apostou na eficiência pública, mantendo a ferrovia sob controle estatal e incentivando a intermodalidade com visão ambiental e estratégica. Por sua vez, a China conquistou seu modelo de logística graças a um planejamento centralizado e a investimentos bilionários em ferrovias, portos e hidrovias, como parte de um projeto ambicioso, a Nova Rota da Seda.

Dessa forma, o Brasil precisa deixar de apenas fornecer infraestrutura a investidores privados e assumir seu protagonismo na construção de um sistema logístico integrado, moderno e soberano.

Países
País Estratégia Logística Lição para o Brasil
China Investimento estatal em ferrovias (40.500 km). Planejamento centralizado
Alemanha Ferrovias públicas + intermodalidade. Integração de modais + sustentabilidade.
Estados Unidos Sistema Interestadual de Rodovias (estatal) Infraestrutura como projeto nacional

Principais polos logísticos brasileiros: um panorama completo para 2025

O Brasil possui uma rede diversificada de polos logísticos que se destacam por sua localização estratégica, infraestrutura especializada e conexão com os principais centros consumidores. Nesse sentido, exploraremos os principais polos logísticos do país e as razões de seu destaque e tendências para o mercado em 2025, com foco em otimização para SEO.

1. Eixo São Paulo: O coração logístico do Brasil [18 ]

Cajamar consolida-se como o maior polo de condomínios logísticos de alto padrão do país, atraindo gigantes do e-commerce como Mercado Livre e Amazon. Sua localização privilegiada (apenas 30 km da capital paulista) e acesso direto às rodovias dos Bandeirantes, Anhanguera e Rodoanel explicam sua taxa de vacância (porcentagem de espaço disponível, não alugado, em um determinado polo ou região, em relação ao total de espaço existente) de apenas 8,53% em 2024.

Nesse contexto, Guarulhos combina de forma única infraestrutura aeroportuária (o maior aeroporto da América Latina) e rodoviária (Presidente Dutra e Fernão Dias) e, assim, abriga grandes centros de distribuição de Magazine Luiza, Mercado Livre e Correios. Além disso, em 2024, a cidade registrou taxa de vacância[19] mínima de 7,46%. Por sua vez, Campinas emerge como polo multimodal, pois integra o aeroporto de Viracopos (o maior aeroporto de cargas do país) com as estratégicas rodovias Anhanguera e Bandeirantes, além das conexões ferroviárias, e, dessa forma, atrai empresas de tecnologia e logística para o interior de São Paulo.

2. Minas Gerais: O polo em ascensão

Primeiramente, a cidade de Extrema consolidou-se como um dos principais polos logísticos do Brasil, com estoque superior a 650.000 m². Além disso, sua localização na BR-381 (Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte), os incentivos fiscais e a proximidade com São Paulo (cerca de 100 km) tornam Extrema ideal para operações de last mile (etapa final da entrega, quando o produto sai do centro de distribuição e chega ao cliente final). Por sua vez, Contagem e Betim lideram a absorção de galpões em MG: assim, empresas alugaram 165.000 m² em 2024, e essas cidades se beneficiam de programas estaduais de incentivo à logística e de sua posição estratégica para distribuição regional.

3. Santa Catarina: O porto para o Mundo

Itajaí e Navegantes formam um dos maiores hubs logísticos do país; além disso, o porto de Itajaí movimentou US$ 13 bilhões de dólares em importações[20](equivalenteaR 75,5 bilhões)[21]. Dessa forma, o complexo portuário de Santa Catarina como um todo movimentou 63,5 milhões de toneladas[22] em 2024, e nele ganharam destaque a Portonave (maior terminal privado de contêineres do Brasil, localizado em Navegantes – SC) e o Porto de São Francisco do Sul, que movimentou 17 milhões de toneladas.

4. Outros Polos Emergentes

  • Rio de Janeiro: apesar de perder espaço para Minas Gerais em estoque de galpões, mantém relevância estratégica pela integração portuária e proximidade com o Sudeste.
  • Ceará, Bahia e Espírito Santo: ganham destaque na rota de exportações, com investimentos em infraestrutura portuária e rodoviária.
  • Rio Grande do Sul: com foco no comércio exterior, especialmente para o Mercosul.

Fatores que explicam o destaque desses polos:

  1. Conexão multimodal: integração rodoviária, ferroviária, aérea e portuária (ex.: Campinas e Guarulhos).
  2. Proximidade com centros consumidores: essencial para last mile delivery (ex.: Cajamar a 30km de SP).
  3. Incentivos fiscais: programas estaduais e municipais (ex.: Minas Gerais e Santa Catarina).
  4. Infraestrutura especializada: galpões de classe A+ com alta tecnologia (taxas de vacância abaixo de 9% em SP).
  5. Crescimento do e-commerce: responsável por 54% das locações pré construção em 2022.

Tendências para 2025

Os locadores podem cobrar valores de locação que ultrapassam R$45/m² em regiões de alta demanda como São Paulo. Assim, as empresas realizam investimentos[23] em automação e sustentabilidade nos armazéns gerais. Na mesma direção, operadores expandem suas operações para mercados menores visando atender entregas rápidas do e-commerce. Por fim, Santa Catarina e Minas Gerais crescem como polos alternativos ao eixo SP-RJ.

Recomendações para melhorar a logística do Brasil

1. Integrar para crescer: ferrovias e hidrovias

Exemplo global:

• A China construiu 40.500 km de ferrovias de alta velocidade[24] — ou seja, onze vezes mais que a Espanha, 2ª colocada — e, além disso, integrou seu sistema com hidrovias interligadas, como o Grande Canal (também chamado de Grande Canal Jing-Hang, o canal artificial mais longo do mundo). Dessa forma, ele se estende por aproximadamente 1.776 quilômetros, de Pequim, no Norte, até Hangzhou, na província de Zhejiang, no Sul; por fim, os chineses o usam desde o século VII e o modernizaram para facilitar a logística do transporte de carga.

• Alemanha tem 33% da matriz de transporte em ferrovias (contra 17% no Brasil) e usa hidrovias como o Rio Reno para escoar 200 milhões de toneladas/ano[9].

Para o Brasil:

• FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) e Ferrogrão são passos importantes, mas o país precisa acelerar; hoje, apenas 30.000km de ferrovias estão ativos (sendo que 30% estão inutilizados)[25].

2. Modernizar para competir: portos e aeroportos

Exemplo global:

• Porto de Roterdã (Holanda): maior porto da Europa é 100% automatizado, com IoT (Internet of Things – Internet das coisas) para rastreamento de contêineres e inteligência artificial para otimizar operações. Dessa forma, o tempo de espera de navios passou de 5 dias para 8 horas.

• Cingapura: seu aeroporto (Changi) usa robôs para carga e blockchain para documentos, reduzindo burocracia em 70%.

Para o Brasil:

• Porto de Itajaí (SC) já investiu US$ 30 milhões em automação, mas ainda está longe dos líderes globais.

• Aeroporto de Guarulhos está implementando um sistema automatizado de transporte logístico (APM) para conectar terminais inspirado em Cingapura e Dubai.

3. Valorizar nossos recursos: cabotagem e logística reversa

Exemplo global:

• Noruega: 40% do transporte doméstico é feito por cabotagem, com navios movidos a eletricidade e a biocombustíveis.

• Japão: recicla 98% de seus resíduos industriais via logística reversa com incentivos fiscais para empresas.

Para o Brasil:

• Apenas 12% da matriz de transporte logística usa cabotagem (e 80% disso é da Petrobras). Projetos como a Hidrovia Tietê-Paraná deveriam ser expandidos.

4. Simplificar para agilizar: desburocratização

Exemplo global:

• Estados Unidos: criou o “Single Window”, sistema único para documentos de importação/exportação reduzindo tempo de liberação de 5 dias para 1 hora.

• Coreia do Sul: digitalizou 100% dos processos portuários, eliminando papéis, combinando rapidez, tecnologia e sustentabilidade.

Para o Brasil:

• O Novo Marco Legal das Ferrovias[26] (2021), via concessões, já reduziu burocracia para autorizações privadas, com R$165 bilhões em projetos propostos desde então.

5. Inovar para liderar: IoT e IA

Exemplo global:

• Alemanha: usa trens autônomos na mineração (Vale também testa na logística do Brasil).

• China: ferrovias de carga usam sensores IoT para prever falhas nos trilhos, reduzindo acidentes em 90%.

Para o Brasil:

• A Vale já aplica IoT em suas ferrovias, mas falta escala nacional. Nesse sentido, o Centro de Excelência Ferroviária[27] (GO) pode impulsionar isso.

Conclusão: O Brasil no centro da logística global

A logística é a força motriz do desenvolvimento do nosso país e, além disso, o Brasil tem tudo para se tornar um dos maiores hubs logísticos do mundo. Por conseguinte, com uma localização estratégica entre oceanos e continentes, recursos naturais abundantes e um povo criativo e resiliente, nós estamos prontos para dar o próximo passo. Para isso, precisamos investir em infraestrutura inteligente (como ferrovias e portos automatizados), diversificar os nossos modais de transporte (reduzindo a dependência das rodovias) e abraçar e desenvolver a inovação (com Inteligência Artificial, IoT – Internet das Coisas e logística voltada para a sustentabilidade). Dessa forma, isso não é só uma necessidade — é uma oportunidade histórica.

A boa notícia é que nós já demos passos importantes:

– O Porto de Itajaí (SC) já é um dos mais eficientes da América Latina.

– A Ferrogrão e a FIOL podem revolucionar o transporte de cargas no país podem entrar na futura Rota da Seda.

– O e-commerce brasileiro exige centros de distribuição modernos, como os de Cajamar (SP).

Agora, é hora de acelerar. Uma logística eficiente, integrada e sustentável vai:

– Reduzir custos para empresas e consumidores.

– Gerar empregos em tecnologia, transporte e infraestrutura.

Colocar o Brasil no mapa global como uma potência logística do século XXI. Em suma, o futuro do Brasil passa por aqui. E esse futuro começa agora.

Referências

1 – Jornalista, amante de esportes e que atualmente utiliza seus conhecimentos de escrita em prol do nacionalismo brasileiro.

2 – Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/transportes-no-brasil-sintese-historica

3 – Disponível em: https://www.antf.org.br/boletim-antf/historia-das-ferrovias/

4 – Disponível em: https://www.tpl.com.br/blog/cenario-da-infraestrutura-logistica-no-brasil

5 – Disponível em: https://dspace.ifrs.edu.br/bitstream/handle/123456789/1443/1234567891443.pdf?sequence=1&isAllowed=y

6 – Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/283710756_DESAFIOS_LOGISTICOS

7 – Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/noticias/2022/12/programa-de-concessoes-amplia-infraestrutura-aeroportuaria-no-brasil

8 – Disponível em: https://ibl.org.br/logistica-no-brasil-um-setor-em-franco-crescimento/

9 – Disponível em: https://tmtlog.com/matriz-de-transporte-do-brasil/

10 – Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/05/30/um-panorama-do-transporte-hidroviario-no-pais-e-por-que-nao-deslanchou

11 – Disponível em: https://www.aeb.org.br/en/assuntos-de-interesse/2024/08/produtividade-brasileira-cai-e-a-infraestrutura-logistica-deficiente-tem-responsabilidade-nesta-queda/

12 – Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202312/transportes-2023-investimento-em-infraestrutura-e-malha-viaria-marcam-o-ano

13 – Disponível em: https://mundologistica.com.br/noticias/pesquisa-brasil-lidera-mercado-logistico-da-america-latina

14 – Disponível em: https://www.alliedmarketresearch.com/latin-america-logistics-market

A07185#:~:text=The%20Latin%20America%20logistics%20market,the%20Latin%20America%20logistics%20market.

15 – Averiguado em 17 de abril de 2025.

16 – Disponível em: https://apnews.com/article/peru-chancay-china-port-construction d13e8e8fe19289a6ab97628f708bc671

17 – Disponível em: https://highways.fhwa.dot.gov/highway-history/interstate-system/origins-interstate maintenance-program

18 – Disponível em: https://conteudos.xpi.com.br/fundos-imobiliarios/relatorios/polos-logisticos brasileiros/

19 – Disponível em: https://www.cushmanwakefield.com/pt-br/brazil/insights/logistics-market-update

20 – Disponível em: https://gowhere.com.br/business/porto-de-itajai-se-consolida-como-um-dos

principais-polos-logisticos-do-brasil/

21 – Taxa aferida no dia 18 de abril de 2025

22 – Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/principais-destaques-do-com%C3%A9rcio-exterior

janeiro-2025-od0jf/

23 – Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/423256/expectativa-no-mercado-de-armazem-geral-em-2025-analise-e-perspectiva

24 – Disponível em: https://pt.investing.com/analysis/ferrovia-infraestrutura-e-investimento-200441641

25 – Disponível em: https://www.poder360.com.br/conteudo-patrocinado/investimento-em-infraestrutura-de-transportes-pode-chegar-a-r-238-bilhoes-ate-2022/

26 – Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2021/12/governo-federal-moderniza-infraestrutura-ferroviaria-e-abre-caminho-renascimento-dos-trilhos-com-investimentos-privados

27 – Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/noticias/2021/7/centro-de-excelencia-vai-possibilitar-crescimento-de-pesquisas-no-transporte-ferroviario

Por Jean Silas Diretoria
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