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Governo Lula Sabota Correios e prepara privatização

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Incapaz de gerir uma das maiores empresas públicas do Brasil, o petismo implode as finanças da estatal e abre espaço para o desmonte de um pilar nacional.

Primeiramente, a incompetência crônica revela a verdadeira face do projeto de poder da esquerda. Além disso, essa incompetência se une à submissão aos grandes interesses globalistas. Assim, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva ergue uma falsa bandeira de defesa das empresas públicas. Dessa forma, ele pavimenta o caminho para fatiar e entregar os Correios.

Na prática, a estratégia expõe o pior dos dois mundos. De um lado, o desleixo administrativo típico do comunismo disfarçado quebra as instituições. Do outro, a capitulação vergonhosa ao pior liberalismo financeiro busca apenas o lucro de megacorporações apátridas. Por fim, esse liberalismo prejudica o povo brasileiro.

Colapso administrativo e endividamento

Além disso, os dados do colapso administrativo são alarmantes. No primeiro semestre de 2026, os Correios registraram um rombo histórico de R$ 5,5 bilhões. Em vez de uma auditoria rigorosa e um choque de ordem patriótica, a gestão petista optou por endividar a nação. Assim, transformou o Tesouro Nacional em garantidor de empréstimos obscuros.

No fim de 2025, o governo captou R$ 12 bilhões. Ademais, tomou outros R$ 7 bilhões diretamente com um consórcio. Esse consórcio é liderado por gigantes do setor financeiro internacional, como Citibank e JPMorgan. Paralelamente, o governo asfixia o pagador de impostos. Para isso, prevê mais R$ 6 bilhões do Orçamento de 2027 para cobrir buracos de má gestão.

O golpe final contra a soberania

Posteriormente, o golpe final contra a segurança e a integração do território nacional começou a ser desenhado. Em outubro de 2026, o governo fechou um contrato de R$ 7,097 milhões com a banca jurídica Pinheiro Neto. Esse contrato visa desenhar a transformação da estatal em sociedade de economia mista. Também visa viabilizar um IPO. Sob o pretexto técnico de “atrair parceiros”, o governo abre mão da soberania sobre um setor estratégico. Esse setor envolve logística e comunicação.

Por fim, essa política antinacional fragiliza as fronteiras econômicas do país. Além disso, precariza o trabalhador, encurralado por Programas de Demissão Voluntária (PDV). Dessa forma, o governo expõe o controle de dados e entregas fundamentais a fundos especulativos e ao rentismo apátrida.

Por Redação Brasil Grande

Textos assinados pela redação do Movimento Brasil Grande.

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